ATUL GAWANDE (2002), A Mão Que Nos Opera, Lua de Papel, Alfragide.
Li-o já há tempo. Gostei muito. Prende o leitor. Tem muitas histórias clínicas e explica o raciocínio do ponto de vista do médico (um cirugião) quando diagnostica e decide tratamentos e intervenções cirúrgicas. Humaniza e aproxima da realidade o espaço de ação de um médico no exercício da sua profissão na prática clínica e hospitalar. Percebe-se nas histórias que conta a importância de aceitar que nem tudo se sabe, de manter a curiosidade de investigador, e de tomar e assumir decisões.
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